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Comentário para a Folha, publicado dia 06/10/2011

A posição do Brasil no cenário do ensino superior mundial

A equipe responsável pelo ranking produzido pelo suplemento Times Higher Education devotou um ano para coletar dados sobre um número imenso de instituições. Evidentemente, pode-se esperar algumas distorções decorrentes de erros ou maior ou menor precisão dos dados informados por essa ou aquela instituição. Entretanto, o ranking aponta com relativa precisão as instituições que
disputam os primeiros lugares na escala de prestígio acadêmico internacional. Não há surpresas.

Uma questão diferente é se essa metodologia é adequada para classificar todas – ou quase todas – as universidades do mundo, pois os indicadores necessários para distinguir quem é quem entre os primeiros da lista, não funcionam para as últimas posições. Por analogia, imagine uma classificação da riqueza que considere indicadores como a propriedade de iates, carros de luxo, etc...Para classificar os mais ricos, essas informações podem ser boas, mas não para os demais. Esse é um problema inevitável dos rankings dessa natureza: o que eles ganham em precisão no topo da lista, necessariamente perdem à medida que se aproximam da “lanterna”.

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La Vanguardia: Una investigación demuestra que los medios no propician la desafección política

J. L. Micó

Los votantes españoles apenas se dejan influir por los medios de comunicación a la hora de participar activamente en la vida política o de hacer todo lo contrario y mostrarse desafectos. A pesar de los debates sobre este asunto que entablan a menudo teóricos y profesionales, las informaciones que, por ejemplo, aparecen en la televisión o en la prensa no consiguen movilizar a los electores.

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A liberdade que nos une

Ivan Marsiglia, de O Estado de S.Paulo

Na mesma data em que a Organização das Nações Unidas (ONU) celebrava o Dia Internacional da Democracia, essa quinta-feira, o presidente francês, Nicolas Sarkozy, e o premiê britânico, David Cameron, erguiam desajeitadamente os braços do líder rebelde Mustafa Abdul Jalil em Benghazi, na Líbia, anunciando um futuro de liberdade e progresso após a queda do ditador Muamar Kadafi.

Assim será? Os rebeldes estão prontos para traduzir os anseios da população líbia? E como fica a situação da Síria e de outras nações do Oriente Médio e do Norte da África que se insurgiram na chamada "primavera árabe"? Estarão as grandes democracias ocidentais dispostas a colaborar, respeitando a soberania nacional, nesse processo emancipatório - sem esquecer, como disse o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, em sua mensagem comemorativa, que "a democracia não pode ser exportada ou imposta de fora, ela deve ser gerada pela vontade das pessoas e alimentada por uma sociedade civil forte e ativa"? O mundo atual caminha de fato na direção da livre manifestação do pensamento, das liberdades civis e dos direitos políticos? Como anda a qualidade da democracia no Leste Europeu, na Ásia, na América Latina e, em especial, no Brasil?

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Voto Distrital ou Voto Proporcional?

A serviço de quem?

As prerrogativas do Estado de Direito autorizam os governos democráticos a impor o sigilo de suas ações à sociedade que representam? Admitindo-se, como quer o governo da presidente Dilma Rousseff, que algum sigilo possa se justificar, quais são seus limites? A segurança do Estado (e das suas autoridades) pode contrariar os direitos fundamentais de informação e de transparência que a democracia assegura aos seus cidadãos? E, em caso de sigilo de matérias que envolvam o uso de recursos públicos, a quem cabem as tarefas de fiscalização e de controle para se evitar os riscos conhecidos de corrupção e fraude?

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A desconfiança nas instituições democráticas

Ao mesmo tempo em que apóiam o regime democrático per se, os brasileiros revelam uma ampla e contínua desconfiança em suas instituições. O autor apresenta os fundamentos da convivência entre esses dois fenômenos e em seguida, partindo do tratamento dado pela literatura ao conceito de confiança política e dos fatores a ela associados (por exemplo, legitimidade política e desempenho econômico dos governos), propõe que a confiança nas instituições radica-se na avaliação que os cidadãos, partindo de sua experiência, fazem do modo como aquelas desempenham a missão para a qual foram criadas.

A esperança constante chama-se confiança...
O desespero constante chama-se desconfiança..."
Thomas Hobbes, em 1651

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Novidades

The International Politics of Economic Globalization and Emerging Market Economies


The international conference was one of the key initiatives undertaken by experts in international political economy, under the aegis of a cooperative scientific program between the Niehaus Center for Globalization and Government, at Princeton University, on the one hand, and on the other the University of São Paulo, represented by the Institute of International Relations (IRI), the Center for Public Policy Research (NUPPS), and the Institute of Advanced Studies (IEA).

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Artigo do Prof. Moisés na revista Sul21


Publicado o artigo intitulado "Os paradoxos não resolvidos da campanha eleitoral", pelo Prof. José Álvaro Moisés, no revista eletrônica Sul21. Confira a íntegra do texto através do seguinte link.

Bolsa para profissional de TI


Estão abertas as inscrições para vaga de administrador de banco de dados. Necessário ser graduado em algum curso relacionado à TI. Para mais detalhes, favor entrar em contato pelo email O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

Bolsas para alunos de TI


Estão abertas as inscrições para vagas de bolsista de iniciação científica para alunos da USP dos cursos relacionados à Tecnologia da Informação para atuação como desenvolvedor web. Para mais detalhes, favor entrar em contato pelo email O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. .

Entrevista na RadioUSP com Prof. Moisés


Ouça a íntegra da entrevista concedida à Radio USP pelo Prof. José Álvaro Moisés, sobre o recém-lançado livro "A Desconfiança Política e os seus Impactos na Qualidade da Democracia", clicando neste link.


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